terça-feira, 20 de agosto de 2019

A Comissão Organizadora do 4º Simpósio Regional de Educação Ambiental procura parceiros interessados em expor seus produtos e serviços a fim de fomentar a cooperação e o fortalecimento da educação ambiental intermunicipal.

         

Os municípios têm a incumbência de promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente (Brasil, 1988). A abordagem articulada das questões ambientais locais e regionais é um dos princípios básicos da Educação Ambiental (Brasil, 1999). Nesse sentido, buscou-se em 2015 uma articulação específica para a construção colaborativa de um projeto de fortalecimento da Educação Ambiental na região: o Simpósio Regional de Educação Ambiental. Esse processo foi facilitado pelo fato destes municípios já estarem reunidos pelo Sub-Comitê Pinheiros-Pirapora da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e pelo Consórcio Intermunicipal da Região Oeste – CIOESTE. 
O objetivo principal do Simpósio é fomentar a cooperação e o fortalecimento da educação ambiental nos municípios da região oeste da Grande São Paulo. Os municípios de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Jandira, Itapevi, Osasco, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra vem nos últimos anos estabelecendo seus projetos e ações de educação ambiental, cada município dentro de suas realidades. Para compartilhar e fortalecer estes projetos e ações, concebeu-se um evento de dia inteiro, composto por palestras teórico-conceituais, exposição de banners e atividades participativas. Todo o projeto foi elaborado e organizado de forma colaborativa, de modo que todos os municípios integrantes se responsabilizassem por seu êxito e sua manutenção. 
Desde o início, em 2015, estabeleceu-se a meta de ser este um projeto itinerante e até o momento esta meta tem sido cumprida: o 1º Simpósio ocorreu em Barueri (junho de 2015), o 2º Simpósio em Osasco (junho de 2016) e o 3º será em Santana de Parnaíba (agosto de 2017). Além dos resultados quantitativos dos dois Simpósios já realizados, que superaram as expectativas quanto a número de inscritos e submissões de trabalhos, e também gerou um diagnóstico detalhado do cenário de educação ambiental da região, os principais resultados são qualitativos: alinhamento conceitual acerca da educação ambiental, compartilhamento de práticas desenvolvidas e de espaços públicos de fomento da educação ambiental; concepção de uma oficina de capacitação para o desenvolvimento dos Planos Municipais de Educação Ambiental (PMEA), realizada em parceria com a Coordenadoria de Educação Ambiental do Estado de São Paulo (CEA), que teve como uma das consequências a formação de Comitês Municipais nas cidades participantes; constituição de uma rede local formada pelos órgãos municipais, ONGs, empresas e instituições de ensino. 

Como considerações finais, pode-se afirmar que mais do que a realização de um evento em si, esta articulação regional tem fortalecido mutuamente todos os municípios e profissionais envolvidos, criando uma rede de educadores altamente mobilizada e engajada em prol da inovação da educação ambiental na região. Trata-se de iniciativa que exige mais colaboração do que recursos financeiros, pois há uma soma dos recursos disponíveis em cada município que contribui para o êxito do projeto.

Dias: 08 e 09 de novembro de 2019 
Horário: das 9h às 16h.
Local: Parque Estadual Gabriel Chucre
Endereço: Rua Consolação, 505, Vila Gustavo Correia - Carapicuíba

Para mais informações: simposioregionalea@gmail.com

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Semana do Meio Ambiente na Sala Verde Carapicuíba


Atividades ecopedagógicas na horta orgânica 

Atividades de educação ambiental proporcionaram momentos de reflexão e aprendizagem

O Centro de Educação para Sustentabilidade (CES)
funciona sob a administração da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Carapicuíba (SP). É nesse espaço que a Sala Verde Carapicuíba tem sede e é coordenada por Marcus Vinicius Silveira. O espaço físico do CES foi construído utilizando-se de mecanismos que favorecem a sustentabilidade e o meio ambiente no entorno. O telhado verde e a captação e reutilização da água da chuva para regar jardins e para ser usada na descarga de banheiros são exemplos disto.
Cantinho da leitura

O planejamento sustentável do CES foi reconhecido por uma certificação internacional, e é o primeiro espaço público desse gênero a receber esse reconhecimento no Brasil.

No intuito de promover ações de educação ambiental e oportunizar momentos de reflexão acerca das questões ambientais, a Sala Verde elaborou diversas ações na Semana do Meio Ambiente, em 2019. O evento foi realizado dos dias 3 a 9 de junho e recebeu mais de 1000 participantes.

No primeiro dia da programação, a Sala recebeu
alunos das escolas municipais de educação infantil de Carapicuíba: Luz do Amanhã, Gente Miúda, Tom e Jerry, Carlos Vanderlei e Lobinhos. Durante a recepção, foram desenvolvidas algumas atividades como: palestra sobre reciclagem e um circuito pelo CES, que incluiu trilha, visitação ao viveiro, orquidário, horta e berçário de mudas. Os alunos participaram também do Cine Verde e assistiram ao vídeo “Um plano para salvar o planeta”. Para encerrar, foi feito um piquenique com todas as crianças.



Foi realizado também um curso ministrado pela equipe do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Defesa Civil e Bombeiros de Carapicuíba e outros municípios. O curso contou com as fases teórica e prática.

Para finalizar a sequência de atividades na Semana do Meio Ambiente, a Sala organizou o “Pedalando pela Cidade”. Participaram do evento moradores da cidade, que, além de pedalarem, plantaram mudas, assistiram a eventos culturais e receberam premiações.


As dependências do CES podem ser utilizadas por pessoas, entidades ou grupos que desenvolvem atividades de sustentabilidade e educação ambiental.

Texto: Emilly Morais (Estagiária), com supervisão da Equipe Salas Verdes.


Como agendar atividades no CES Carapicuíba?

Pessoas, entidades ou grupos que desenvolvem atividades para promover a sustentabilidade ou ministram oficinas, palestras e cursos ligados ao meio ambiente podem utilizar as dependências do CES. Para agendar a utilização do espaço, enviar a solicitação por email com as informações sobre a atividade, para que seja verificada a disponibilidade de dias e horários.



Endereço: avenida São Camilo, 968 - Carapicuíba

Email: ces@carapicuiba.sp.gov.br

Telefone: (11) 4164-2305

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira das 8 às 17 horas


quarta-feira, 17 de julho de 2019

Para que serve o chá de Mulungu e como preparar

O mulungu, também conhecida como canivete, bico-de-papagaio e corticeira, é uma planta medicinal muito eficaz no tratamento de problemas psicológicos relacionados com o estresse, deixando deixando a pessoa mais tranquilo para desempenhar as tarefas diárias, devido à sua ação calmante, tranquilizante e sedativa.
O seu nome científico é Erythrina mulungu e pode ser encontrada em lojas de produtos naturais sob a forma de planta ou tintura.

Propriedades e para que serve o Mulungu

O mulungu possui diversas propriedades, podendo ser utilizada para diversos fins, como:
  • Tratamento de estados emocionais como histeria, neurose, ansiedade, agitação, depressão, ataque de pânico, epilepsia e compulsão devido às suas propriedades antidepressivas, hipnótica, sedativa e tranquilizante;
  • Tratamento de doenças do fígado, devido a sua propriedade hepatoprotetora;
  • Diminuição da pressão, por ter efeito hipotensivo e diurético;
  • Diminuição dos sintomas da bronquite asmática, devido à sua propriedade antiasmática e expectorante;
  • Tratamento de infecções e inflamações, como cistite ou gengivite, por exemplo, por causa das suas propriedades antibacteriana e anti-inflamatória.
Além disso, o Mulungu possui propriedades analgésicas, narcóticas, antiespasmódicas e tônicas. 
Devido à sua capacidade calmante e tranquilizante, o mulungu é muito utilizado para tratar os distúrbios do sono, como a insônia, por exemplo.

Como usar

A parte utilizada do mulungu é a sua casca, que pode ser encontrada na sua forma natural ou em pó. As sementes desta planta não devem ser usadas, uma vez que possuem substâncias tóxicas que podem causar sérios danos ao organismo.
Uma das maneiras de se utilizar o mulungu é através de uma infusão:
Ingredientes
  • 4g de casca de Mulungu;
  • 1 xícara de água fervente.
Modo de preparo
Colocar a casca de mulungu na água e deixar ferver por 15 minutos e tomar o chá ainda morno, de preferência 3 vezes ao dia. Evitar tomar por mais de três dias seguidos. Outra opção de consumo é por meio do chá de mulungu.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais do mulungu incluem sedação, sonolência e paralisias musculares. Além disso, o mulungu é contraindicado para pessoas que usam medicamentos anti-hipertensivos, pois podem baixar muito a pressão e causar hipotensão.

TUA SAÚDE 

sábado, 22 de junho de 2019

MORADORES DE ITAPECERICA DA SERRA DENUNCIAM BOTA-FORA NO JARDIM DAS PALMEIRAS


Você sabia que estão desmatando uma área gigantesca em Itepecerica da Serra para fazer uma aterro?

Uma área povoada por bichos-preguiças,
quatis, veado mateiro, o gambá de orelha preta. Além de uma infinidade de aves.
Desmatamento do 61.000 m² de área verde e aterro com 3.000.00 m³ de terra, para a construção de 4 quadras .

Saiba mais:

"Itapecerica da Serra, 07 de junho de 2019.
Está em andamento projeto de um gigantesco bota-fora no Bairro Jardim das Palmeiras em Itapecerica da Serra, próximo ao Condomínio Petrópolis e ao Bairro da Mombaça. Com autorização da Cetesb, responsável pelo licenciamento, e da Prefeitura de Itapecerica da Serra, trata-se de um aterro de 61.000 m2 que pretende movimentar três milhões de metros cúbicos de terra e gerar o tráfego de 250 mil viagens de caminhões, num período de quatro anos.

O local é um vale que abrange uma Área de Preservação Permanente, com cursos d’água e nascentes, onde, segundo relato de Celia Regina Panzardi, moradora do Condomínio Petrópolis, transitam animais como o veado mateiro, o gambá de orelha preta e o quati. A partir do dia 25 de maio de 2019, houve abertura de rua no local, que segundo os funcionários da empresa Vicenzo Tractor, que efetuavam a obra, trata-se de uma via para acesso ao referido vale e a população teme que as obras comessem a qualquer momento.

O projeto privado foi apresentado aos órgãos competentes como um Centro de Esportes e Eventos – “Alto Astral Shows e Eventos”, e conta com a construção de apenas quatro quadras de esportes e um pequeno centro de atendimento 350m2, que seriam construídos sobre esse gigantesco aterro. A pedido dos moradores, atônitos com a situação, o engenheiro responsável pela obra, Sr. Franklin Willians, foi até a Associação de Moradores do Jardim Petrópolis em 31 de maio último para apresentar o projeto. Quando questionado pelos moradores sobre a viabilidade econômica da iniciativa, pois durante o período de implantação de quatro anos, o “clube” ficaria sem atividades e sem renda, Sr. Willians disse apenas que aceitava sugestões dos moradores para a implantação do projeto em outra área.

Diante desses relatos, fica claro para a população que se trata efetivamente de um aterro, bota-fora, com um projeto de Clube de Eventos e Esportes de fachada, pois segundo a lei de zoneamento, da área, são permitidos empreendimentos ligados a esporte, turismo e lazer, mas proibidos aterros ou lixões. Neste caso, a receita do negócio seria gerada pela movimentação de terra (entulho, lixo) para o local, um negócio extremamente lucrativo, pois estima-se uma receita de 150 reais por caminhão transportado, o que resulta num total de R$ 37,5 milhões em quatro anos.

Os “empreendedores” já começaram a divulgar os “benefícios” do clube para a população, mas o que não está sendo considerado pelos órgãos públicos, além da burla à lei, do aparecimento de um lixão, da destruição de mananciais e do habitat de animais silvestres é o perigo advindo da atividade para toda a população local. A área é de difícil acesso, uma subida íngreme, à altura do km 39 da Rodovia Prefeito Rotger Domingues, palco frequente de mortes por acidentes. Com o trânsito intenso de caminhões programado, fica claro o perigo aos usuários da rodovia que passam em direção à Mombaça e ao Condomínio Petrópolis. Material será despejado na pista, terra, entulho, o que pode provocar derrapagens e mais acidentes. Moradores do local estão preocupados com a poluição sonora e do ar advindos desta atividade. Não houve qualquer aviso aos moradores sobre os horários desta circulação que afetará a vida de todos que acessam a Rua Canarinho e que transitam na rodovia.

Em tempos de desmandos ambientais sem precedentes no País, com soterramentos criminosos, como os de Brumadinho e Mariana, o “empreendimento” traz grande risco de deslizamento decorrente da grande movimentação de terra, pois é local de vale com taludes íngremes, que diante das fortes chuvas a que nossa região tem se sujeitado, podem ir abaixo, causando mortes e o aterramento dos mananciais em sua parte mais baixa.
Já foram feitas duas representações junto ao Promotor de Meio Ambiente de Itapecerica da Serra, em nome da Sociedade Ecológica Preservar Itapecerica da Serra e da Associação Residencial Jardim Petrópolis, questionando o empreendimento e pedindo providências. Preservar também entrou com um pedido de vistas do processo junto à Cetesb, a qual se recusa a entregar a documentação até o momento. Moradores estão tentando marcar uma reunião com o Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Itapecerica da Serra, para que dê explicações. O movimento dos moradores conta com o apoio do Preservar Itapecerica da Serra e da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil de Itapecerica da Serra.

É preciso a mobilização de toda população contra mais esse ataque a nossos mananciais em nossa cidade. A Associação de Moradores do Jardim Petrópolis pede apoio para a divulgação do caso e para as ações que serão feitas nos próximos dias."

Adriana Abelhão
Presidente da Associação Ecológica Preservar Itapecerica da Serra

Fonte: https://www.facebook.com/401345176987575/posts/681035285685228/?app=fbl

Ajude-nos a impedir esse massacre da nossa Flora e Fauna

Assine a petição 

https://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR112528

terça-feira, 28 de maio de 2019

Vai Rolar - "Pedalando pela Cidade" em Carapicuíba


Em junho é celebrada a Semana Mundial do Meio Ambiente e uma das ações da Prefeitura de Carapicuíba é o passeio ciclístico "Pedalando pela Cidade", com percurso do Ginásio Tancredo Neves até a Aldeia Jesuítica.
Inscrições são gratuitas e acontecem nas Secretarias de Meio Ambiente, Cultura, além do Centro de Educação para Sustentabilidade.
O "Pedalando pela Cidade" é uma iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente, com trajeto de 9 km. Os ciclistas terão pontos de apoio, além de parada no CES para hidratação e descanso. O passeio ciclístico acontece no domingo, 9 de junho, a partir das 9 horas, encerrando as atividades da Semana do Meio Ambiente.
A concentração do "Pedalando" será no Ginásio Tancredo Neves às 8 horas. Na chegada à Aldeia Jesuítica, alguns participantes farão o plantio de 54 mudas, relembrando o aniversário de Carapicuíba. Esses ciclistas transportarão as plantas durante todo percurso.
As inscrições estão abertas nas Secretarias de Meio Ambiente, Cultura e no Centro de Educação para a Sustentabilidade (CES), de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Para participar, o interessado deve comparecer em um dos pontos de inscrição, com RG e preencher a ficha (menores devem estar acompanhados dos pais e/ou responsável).
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4187-3837. 
Vale a pena destacar que as vagas são limitadas.
Pedalando pela Cidade9 de junho, a partir das 9 horas
Concentração no Ginásio Tancredo Neves às 8hs.
Percurso até a Aldeia Jesuítica
Inscrições gratuitas - vagas limitadas
Secretaria do Meio Ambiente
Av. Inocêncio Seráfico, 2.005 (Ginásio Tancredão)
Secretaria de Cultura
Av. Presidente Vargas, 280 (Centro Administrativo)
Centro de Educação para  Sustentabilidade (CES)


Av. São Camilo, 968

sábado, 25 de maio de 2019

Estamos na época dos Pinhões, que tal plantar?


Nome Científico: Araucária Angustifolia

Também conhecido como Pinheiro do Paraná. CURITI, é seu nome em Tupi e deu origem ao nome da cidade de Curitiba. O rio Pinheiros em SP tem esse nome devido a grande quantidade de araucárias que existiam em suas margens. A Araucária é nativa do Brasil e sua origem se deu aproximadamente há 200 milhões de anos. Cresce 1m por ano até os 20 anos, após passa a crescer 2m por ano. Pode viver mais de 200 anos. Leva até 15 anos para produzir. Já cobriu 197 mil km² do território no Brasil. Hoje está em Perigo Crítico de Extinção. Restam menos de 2% da sua floresta, que cobria o sul do Brasil e chegava até o sul de Minas.


sexta-feira, 17 de maio de 2019

5 passos simples para você começar a fazer compostagem doméstica


Flores mais bonitas e um jardim saudável pode vir sem nenhum custo extra para você. O segredo é a compostagem, que não só reduz a quantidade de resíduos em aterros, como também enriquece o solo do seu quintal com um material rico em nutrientes. Listamos 5 passos simples para você começar a fazer compostagem doméstica:
1. Escolha um recipiente
Escolha um espaço ao ar livre e um recipiente para depositar seu composto. Pode ser uma lata de lixo grande ou um balde de plástico, por exemplo.  É importante que você faça furos no fundo do recipiente para que o chorume (material orgânico em decomposição) possa passar.
Embaixo da composteira deve haver outro recipiente para armazenar o chorume. Pode ser uma bacia mais rasa, por exemplo. Ela só não pode ficar em contato direto com a composteira para que o chorume tenha espaço para escorrer.
reprodução/Howtocompost
Lata de lixo ou de tinta pode virar uma composteira caseira
2. Recolha o resíduo da sua casa
Recolha o resíduo da sua cozinha e jardim e misture os materiais. É necessário ter duas vezes mais resíduos marrons (serragem, folhas secas, papelão e folhas de jornal) do que verdes (frutas, vegetais, grama, borra de café).  Esse equilíbrio é importante, pois os elementos marrons são ricos em carbono, enquanto que os verdes contribuem com nitrogênio.
Além disso, seu composto também precisa de oxigênio e umidade. Caso o material fique muito seco, pode acrescentar um pouco de água para umedecer.
3. Distribua o material na composteira
Para acelerar o processo de decomposição, você deve distribuir o material em camadas: uma de nitrogênio (material úmido) para três camadas de carbono (material seco, como folhas, papelão e serragem).
4. Espere a mágica acontecer
Ao longo das próximas semanas, você vai ver os seus restos de comida se transformarem em solo. Seu composto estará pronto quando tiver aspecto e cheiro de terra. Lembre-se que ele não é um substituto para o seu solo, mas, sim, age como um fertilizante natural para nutri-lo.
istock
Em poucas semanas, aquilo que iria para o lixo vira adubo natural
O que você NÃO deve colocar na composteira:
  • Produtos de origem animal
  • Gorduras
  • Óleos
  • Resíduos de animais de estimação
  • Comida temperada
  • Cinzas e bitucas de cigarro
  • Vegetais doentes
O que pode ir para a composteira:
  • Restos e cascas de frutas, legumes e verduras
  • Raízes e capim seco
  • Folhas secas e restos de podas
  • Serragem de madeira
  • Papel de jornal
  • Papelão
  • Saquinho de chá
  • Pó de café com coador de papel
  • Grama seca
Abaixo um exemplo de composteira construída pelo projeto Semeando Sustentabilidade para atividades ecopedagogicas. Foram utilizados 2 galões de água.
Cantinho da compostagem no CES Carapicuíba 

Fonte: Catraca livre