domingo, 20 de maio de 2018

Os benefícios e as propriedades da pariparoba


Pertencente à família das Magnolídeas, a pariparoba, também conhecida como caena, caapeba, catajé, capeba do campo, lençol de santa bárbara, manjerioba e aguaxima, é um subarbusto reto e perene muito ramificado. Nativa de todos os lugares do Brasil, principalmente da mata atlântica, a planta pode ser cultivada para fins ornamentais, apesar de ser muito usada para fins medicinais. As partes utilizadas para este fim são as raízes, caule e folhas. Com aroma semelhante ao da menta, a planta possui muitos benefícios que podem ser aproveitados na forma de chás, por exemplo. Há muitos anos a planta vem sendo usada para trazer a força feminina de volta e o tipo das pariparobas inclui cerca de 5 gêneros e, aproximadamente, 500 espécies.

Benefícios e propriedades

Com propriedades diuréticas, antiblenorrágica, antimalárica, vermífuga e anti-inflamatória, a planta pode ser usada para tratamento de doenças do fígado, inchaço, inflamações da perna,  além de afecções das vias urinárias, afecções gástricas e hepáticas, debilidade orgânica em geral, dores de estômago, enjoo, azia, gonorreia, úlceras, epilepsia, queimaduras leves, dores de cabeça, entre outros benefícios.
A planta possui óleo essencial em suas folhas que é útil na aromaterapia. Além disso, o tratamento e controle dos radicais livres vêm sendo estudado por meio da pariparoba devido às suas propriedades antioxidantes. Seu uso pode ser feito também para proteção da pele diante dos malefícios e efeitos imediatos e crônicos da radiação solar, além da diminuição da elastina e do colágeno.
É auxiliar ainda no combate à anemia e na melhora da digestão e pode ser usada na forma de chá ou cataplasma, podendo ser encontrada para venda em lojas de produtos naturais e farmácias fitoterápicas.

O elixir da juventude

Acredita-se que, de acordo com pesquisas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, a planta é rica em 4-nerolidilcatecol, uma substância que protege a pele contra os raios ultravioletas. Essa substância é encontrada nas raízes e pode ajudar ainda a manter os níveis normais de vitamina E, evitando a oxidação de membranas celulares. Seu consumo pode ser útil ainda ao impedir o espessamento da epiderme, algo comum antes da formação do câncer de pele, além de combater o envelhecimento precoce da pele.

Contraindicações e precauções

O tratamento com qualquer forma de aplicação da pariparoba é contraindicado para pacientes gestantes ou ainda em fase de lactação. O consumo de forma excessiva pode acarretar em efeitos contrários ao esperado, podendo proporcionar um desconforto ainda maior.
Fonte: Remédio Caseiro 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Limpar a casa faz tão mal às mulheres como fumar 20 cigarros por dia


"O contato com os produtos usados para limpar a casa provoca tantos danos nos pulmões das mulheres como fumar um maço de cigarro por dia. O estudo que levou a esta conclusão não encontrou, no entanto, o mesmo efeito nos homens”, diz o artigo publicado no último dia 18 de fevereiro pelo site Sapo, de Portugal.
Segundo o artigo, para as mulheres, limpar “pode representar um risco para a saúde respiratória”. A afirmativa foi baseada numa pesquisa da Universidade de Bergen, na Noruega e publicada pelo jornal da Sociedade Toráxica Americana. O resultado teria sido baseado na análise dos pulmões de mais de 6.200 pessoas em duas ocasiões. Primeiramente, quando tinham uma média de 34 anos e 20 anos depois: O enfoque das perguntas era se as pessoas trabalhavam com limpeza/faxina e se usavam produtos químicos e sprays, assim como a regularidade do uso.
“..as mulheres que faziam limpezas, quer fosse uma vez por semana na sua própria casa ou a nível profissional, mostravam um declínio “acelerado” na capacidade pulmonar, comparável ao consumo de 20 cigarros em 10 ou 20 anos. Já nos pulmões dos participantes do sexo masculino não foi encontrado qualquer efeito do uso de produtos de limpeza.”
Os autores, ainda segundo artigo, sugerem que a redução da capacidade pulmonar seria decorrente do uso dos produtos químicos dos produtos de limpeza, pois eles irritam as mucosas que revestem as vias respiratórias, o que, com o tempo, resulta em alterações permanentes. Já no caso dos homens que parecem não ser afetados, os investigadores acreditam que a explicação resida no fato de os seus pulmões serem menos suscetíveis a esse impacto, uma vez que estudos anteriores mostraram que os pulmões dos homens são mais resistentes aos danos provocados por vários agentes irritantes, incluindo o cigarro.
“Enquanto os efeitos a curto prazo dos químicos de limpeza na asma estão cada vez mais documentados, falta-nos conhecimento sobre o impacto a longo prazo“, afirma Cecile Svanes, da Universidade de Bergen. “Receamos que esses químicos, ao danificarem um pouco as vias respiratórias, dia após dia, ano após ano, pudessem acelerar a taxa de declínio da função pulmonar que ocorre com a idade.”
“Quando se pensa na inalação de pequenas partículas de agentes de limpeza destinados a limpar o chão e não os pulmões, talvez não seja surpreedente” o impacto destes produtos, concluiu Oisten Svanes, co-autor do estudo.
Com informações de Sapo-Visão
Imagem de capa: kuzmafoto/shutterstock
Materia: conteoutra

terça-feira, 8 de maio de 2018

Os benefícios da pimenta rosa


Você sabia que na verdade a pimenta rosa é um fruto de uma árvore chamada aroeira? Para ser mais específico, existem dois tipos de aroeiras, ambas nativas da América do Sul, que produzem os frutos que compreendemos como a pimenta rosa.
É por isso, aliás, que a pimenta rosa é muito mais suave e adocicada que outros tipos de pimenta, afinal, tecnicamente, ela não é uma pimenta. Dessa forma, a pimenta rosa tem apenas um leve ardor, bem diferente da pimenta do reino, por exemplo.
A pimenta rosa pode ser usada no preparo e também na decoração dos alimentos. Elas podem ser adicionadas aos pratos como decoração e cada pessoa escolhe se deseja comê-la ou não.
A combinação de pimenta rosa e carnes, grelhados e pratos com queijos é muito apreciada e recomendamos que você tente. A pimenta rosa também é um ingrediente frequente em sobremesas com chocolate preto e mesmo branco, mas aí deve ser usada com calma para que não roube todo o sabor da refeição.
Agora vamos aos benefícios que ela pode trazer à sua saúde! Veja abaixo:

1. A pimenta rosa ajuda a perder peso

Quem come uma colher de sopa de pimenta rosa por dia se sente mais saciado e come menos alimentos que engordam, assim, ela ajuda indiretamente a perder peso. E ela também age diretamente na eliminação da gordura corporal se for consumida durante as refeições do dia, pois é um termogênico natural.

2. A pimenta rosa ajuda no combate ao envelhecimento precoce e diversas doenças

Por ser um alimento antioxidante, a pimenta rosa ajuda no combate ao envelhecimento precoce e na prevenção de doenças como o câncer, diabetes e até mesmo na prevenção ao Alzheimer.

3. A pimenta rosa ajuda na prevenção da gripe

Como falamos anteriormente, a pimenta rosa é, na verdade, um fruto! E é um fruto com maior concentração de vitamina C que a encontrada na laranja, o que ajuda e muito a prevenir da gripe. A pimenta rosa também possui diversas vitamas, como A, B1, B2 e E.

4. A pimenta rosa é fonte de minerais e fibras

A pimenta rosa possui diversos nutrientes imporantes para o nosso corpo, seu funcionamento e na prevenção de doenças! Cálcio, ferro, e fibras são alguns deles!

Forma de uso: antes de irem para a cozinha, as sementes da aroeira passam por um processo de secagem. Inteiras, vão bem em pratos quentes, da marinada ao cozimento. Já moídas, finalizam saladas.
Com o que combina: o sabor desse tempero é adocicado e perfumado. Sem exageros, ela não esconde o gosto de outros alimentos. Daí porque combina com todos os tipos de carnes fortes ou suaves, saladas, legumes, omeletes etc.
Com o que não combina: como é leve, a pimenta rosa não costuma estragar uma refeição. Se você gosta, pode experimentá-la em diferentes preparos.

Então, vamos incluir essa pimenta na sua dieta? 


sábado, 5 de maio de 2018

CEBOLA ELIMINA ÁCAROS E TOXINAS DA SUA CAMA E PURIFICA AR NA HORA DE DORMIR

Para muitos, dormir é um dos maiores prazeres da vida.

Nada como deitar-se num colchão confortável e dormir profundamente.

Mas você sabia que sua cama certamente está contaminada?

Seu colchão, lençóis, travesseiros e fronhas representam uma "invisível" ameaça à saúde.

Se você não sabe, ácaros são aracnídeos que vivem em colchões, travesseiros, fronhas, cortinas, tapetes e em outros tipos de tecidos. 

Eles só podem ser vistos por meio de lentes de microscópio.

Colchões são um dos locais preferidos dos ácaros, pois eles se alimentam de restos de partículas mortas da pele humana.

E é isso que eles encontram em abundância na nossa cama.

Os ácaros são microscópicos, mas quem vê tamanho não vê coração.

Sim porque, apesar do tamanho, eles podem causar fortes alergias e atacam pesadamente o aparelho respiratório.

Além da ameaça biológica, a dos ácaros, existe outra grande ameaça na nossa cama.

Talvez até pior do que essa.

É a ameaça tóxica, de produtos químicos supernocivos à saúde.

Hoje boa parte dos colchões são produzidos com produtos à base de petróleo e retardadores de chamas cheios de química.

A maioria desses produtos são tóxicos e causam câncer.

O pior é que podemos absorver esses produtos químicos todas as noites enquanto dormimos.

Além de câncer, esses produtos químicos presentes nos colchões enfraquecem o sistema imunológico e nervoso, causam doenças autoimunes, danos nos tecidos, órgãos, lesões cerebrais, artrite, etc.

Outros produtos químicos perigosos utilizados na fabricação de colchões são:

- ácido bórico, um irritante do aparelho respiratório

- formaldeído, que causa câncer

- antimônio, um metal que pode ser mais tóxico do que o mercúrio

O resumo da tudo é que, infelizmente, a cama do ser humano moderno está contaminada de todas as formas e representa uma ameaça à saúde, por incrível que pareça.

Mas calma, não fique aflito.

Para tudo há solução.

E a descontaminação de nossa cama tem uma solução bastante simples: cebola.
mesmo.

Antes da explicação, vamos abrir um parêntese para explicar que na equipe do Cura pela Natureza não existem desinformados e supersticiosos.

Somos todos muito bem esclarecidos e estudiosos profundos da medicina alternativa.

Nossa rotina diária é de leitura de livros, de revistas, de artigos, de sites, em português e em mais quatro línguas (francês, espanhol, alemão e inglês).

Por que estamos dizendo isso?

Porque algumas pessoas desinformadas em relação à realidade cultural dos membros do Cura pela Natureza podem taxar esta dica da cebola para eliminar os tóxicos existentes na nossa cama de "simpatia", "superstição".

Mas não é.

A cebola tem a incrível capacidade de absorver as toxinas do ambiente.

Esse vegetal também tem o poder de jogar no ar substâncias que eliminam germes, bactérias e vírus. 

Só para ilustrar, em uma experiência cientistas utilizaram cebolas num ambiente com diversos resíduos industriais.

Eles descobriram que as cebolas absorveram cerca de 70% de toxinas - incluindo arsênico, cádmio, mercúrio e chumbo.

Se quiser saber mais sobre essa experiência, clique <AQUI>.

E como vamos utilizar a cebola para eliminar os tóxicos e os ácaros de nossa cama?

É superfácil.

Basta cortar uma cebola grande em três pedaços e colocá-los debaixo da cama em três locais: perto da cabeça, no centro e nos pés da cama.

É só isso.

A cebola vai puxar os produtos químicos tóxicos do colchão, impedindo-os de serem lançados na atmosfera.

E também vai purificar o ar, eliminando ácaros e outras ameaças.
ESCLARECIMENTO: Este blog tem a finalidade de ajudar, mas não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.
Fonte: A cura pela natureza

quinta-feira, 29 de março de 2018

Lista com todas as frutas brasileiras!

Muitas frutas que têm a cara do Brasil vieram de fora

Por Luís Joly
Revista Mundo Estranho – Maio 2007
Estima-se que existam pelo menos 312 frutas tipicamente brasileiras. E isso porque muitas frutas tidas como “a cara do Brasil”, como a banana e a laranja não são naturais de terras brasileiras.
“Mas, apesar do número impressionante, apenas seis frutas brasileiras são cultivadas comercialmente em grande escala”, diz o engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, co-autor do livro Frutas Brasileiras Exóticas e Cultivadas.
A lista de frutas brasileiras não-comerciais conta com nomes que você provavelmente nunca ouviu falar, como banana-de-macaco, marôlo, araticum-cagão, taperebá, cariota-de-espinho, pau-alazão, marajá e fruta-de-ema, entre outras. Algumas dessas frutas exóticas são registradas fora do Brasil, o que não anula a originalidade verde-amarela mas deixa o país de fora de eventuais ganhos monetários relacionados ao comércio do fruta. Há ainda as frutas extintas, como o oití-da-Bahia, umas das favoritas do imperador Dom Pedro II, que hoje não existe mais.
Origem de algumas frutas
– Goiaba (Brasil)
– Maracujá (Brasil)
– Coco da Bahia (Brasil)
– Abacaxi (Brasil)
– Caju (Brasil)
– Cacau (Brasil)
– Banana (Sudeste Asiático)
– Maçã (Eurásia)
– Laranja (China)
Lista de frutas brasileiras:
Acanthosyris spinescens (sombra-de-touro)
Acca sellowiana (goiaba-serrana-coolidge), (goiaba-serrana-mammoth), (goiaba-serrana-triumph)
Acrocomia aculeata (macaúba)
Aiphanes aculeata (cariota-de-espinho)
Alibertia edulis (marmelada-de-cavalo)
Allagoptera arenaria (guriri)
Ambelania acida (pepino-do-mato)
Anacardium giganteum (cajuí)
Anacardium humile (caju-anão)
Anacardium microcarpum (cajuzinho)
Anacardium occidentale (caju “CCP 76″), (caju “CCP 06″), (caju “END 157″)
Ananas comosus (abacaxi-pérola), (abacaxi-smooth cayenne), (abacaxi-gomo-de-mel)
Annona cacans (araticum-cagão)
Annona coriacea (marôlo)
Annona crassiflora (marôlo)
Annona glabra (araticum-liso)
Annona montana (graviola-silvestre)
Annona salzmannii (araticum-verdadeiro)
Astrocaryum aculeatum (tucumã)
Astrocaryum murumuru (murmurú)
Astrocaryum vulgare (tucumã-do-pará)
Attalea dubia (indaiá)
Bactris ferruginea (mané-velho)
Bactris maraja (marajá)
Bactris setosa (tucum)
Bellucia grossularioides (goiaba-de-anta)
Bellucia imperialis (goiaba-de-anta-vermelha)
Bertholletia excelsa (castanha-do-pará)
Bombacopsis glabra (castanha-do-maranhão)
Bromelia antiacantha (gravatá)
Brosimum gaudichaudii (maminha-cadela)
Butia capitata (butiá-do-cerrado)
Butia eriospatha (butiá-da-serra)
Butia odorata (butiá-da-praia)
Butia purpurascens (butiá-jataí)
Butia yatai (yataí))
Byrsonima crassifolia (muricí-do-praia)
Byrsonima verbacifolia (murici-rasteiro)
Campomanesia adamantium (guabiroba-amarela), (guabiroba-verde) , (guabiroba-vermelha)
Campomanesia aurea (guabirobinha-do-campo)
Campomanesia guazumifolia (sete-capotes)
Campomanesia lineatifolia (guabiraba)
Campomanesia neriiflora (guabiroba-branca)
Campomanesia phaea (cambuci)
Campomanesia pubescens (guabiroba-peluda)
Campomanesia schlechtendaliana (guabiroba-rugosa)
Campomanesia sessiliflora (guabiroba-verde)
Campomanesia xanthocarpa (guabiroba)
Campomanesia xanthocarpa var. litoralis (guabiroba-da-praia)
Cariocar coriaceum (pequiá)
Caryocar brasiliensis (piqui)
Caryocar microcarpum (pequiarana)
Caryocar villosum (piquiá)
Casearia decandra (cambroé)
Casearia rupestris (pururuca)
Cassia leiandra (mari-mari)
Celtis iguanaea (jameri)
Cereus jamacaru (mandacaru)
Cheilochlinium cognatum (uarutama)
Chondodendron platyphyllum (jaboticaba-de-cipó)
Chrysobalanus icaco (ajurú-branco), (ajurú-preto), (ajurú-vermelho)
Cocos nucifera (côco-gigante), (côco-anão-pingo-de-ouro), (côco-baé ou híbrido)
Cordiera elliptica (marmelada-de-pinto)
Cordiera humilis (marmelada-rasteira)
Cordiera sessilis (marmelada-de-cachorro)
Couepia bracteosa (pajurá)
Couepia longipendula (castanha-de-galinha)
Couepia subcordata (umarirana)
Couma utilis (sorvinha)
Crataeva tapia (tapiá)
Dicella nucifera (castanha-de-cipó)
Diospyros brasiliensis (olho-de-boi)
Diospyros hispida (caqui-do-cerrado)
Diospyros inconstans (marmelinho)
Dipteryx alata (cumbaru)
Duguetia furfuracea (marolinho-do-cerrado)
Duguetia lanceolada (pindaíva)
Endopleura uchi (uxi)
Epiphyllum phyllanthus (falsa-saborosa)
Eugenia brasiliensis (gumixama-preta), (grumixama-amarela), (grumixama-vermelha)
Eugenia calycina (cerejinha)
Eugenia candolleana (murtinha)
Eugenia copacabanensis (cambuí-amarelo)
Eugenia dysenterica (cagaita)
Eugenia florida (guamirim)
Eugenia involucrata (cereja-do-rio-grande), (cereja-do-rio-grande-dulcíssima), (cereja-do-rio-grande-gigante)
Eugenia itaguahiensis (grumixama-mirim)
Eugenia klotzschiana (pêra-do-campo)
Eugenia leitonii (goiabão)
Eugenia luschnathiana (pitomba-da-bahia)
Eugenia lutescens (perinha)
Eugenia multicostata (pau-alazão)
Eugenia myrcianthes (pêssego-do-mato)
Eugenia neonitida (pitangatuba)
Eugenia patrisii (ubaia)
Eugenia pitanga (pitanga-do-cerrado)
Eugenia pyriformis (uvaia-piriforme), (uvaia-redonda), (uvaia-rugosa-doce)
Eugenia speciosa (laranjinha-do-mato)
Eugenia stipitata (araçá-boi)
Eugenia uniflora (pitanga-vermelha), (pitanga-alaranjada), (pitanga-preta)
Euterpe edulis (palmito-juçara)
Euterpe oleracea (assaí-do-pará))
Euterpe precatoria (assaí-do-amazonas)
Fuchsia regia (brinco-de-princesa)
Garcinia acuminata (bacuri-azedo)
Garcinia brasiliensis (bacupari-miúdo)
Garcinia gardneriana (bacupari)
Garcinia macrophylla (bacuripari)
Garcinia madruno (bacuri)
Gaylussacia angustifolia (camarinha-da-serra)
Gaylussacia brasiliensis (camarinha)
Genipa americana (genipapo)
Genipa infudibuliformis (jenipapo-liso)
Hancornia speciosa (mangaba-da-restinga)
Hancornia speciosa var. pubescens (mangaba)
Hymenaea courbaril (jatobá)
Hymenaea stigonocarpa (jatobá-do-cerrado)
Inga cinnamomea (ingá-chinelo)
Inga edulis (ingá-cipó)
Inga laurina (ingá-branco)
Inga marginata (ingá-feijão)
Inga sessilis (ingá-ferradura)
Inga vera (ingá-banana)
Inga vulpina (ingá-miúdo)
Jacaratia spinosa (jaracatiá)
Lecythis lanceolata (sapucaia-mirim)
Lecythis pisonis (sapucaia)
Licania salzmannii (oití-da-bahia)
Maclura tinctoria (taiuva)
Manilkara huberi (maçaranduba)
Manilkara salzmannii (maçaranduba-preta)
Manilkara subsericea (maçaranduba)
Mauritia flexuosa (buriti)
Maximiliana maripa (inajá)
Melancium campestre (melancia-do-campo)
Mouriri pusa (puçá)
Myrcianthes pungens (guabiju)
Myrciaria aureana (jaboticaba-branca)
Myrciaria cauliflora (jaboticaba-paulista), (jaboticaba-açu-paulista), (jaboticaba-ponhema), (jaboticaba-precoce), (jaboticaba-vermelha)
Myrciaria coronata (jaboticaba-coroada)
Myrciaria dubia (camu-camu)
Myrciaria floribunda (camboim)
Myrciaria glazioviana (cabeludinha)
Myrciaria grandifolia (jaboticaba-graúda)
Myrciaria jaboticaba (jaboticaba-sabarazinha), (jaboticaba-cascuda), (jaboticaba-pingo-de-mel), (jaboticaba-rajada), (jaboticaba-sabará)
Myrciaria oblongata (jaboticaba-azeda)
Myrciaria phitrantha (jaboticaba-costada)
Myrciaria tenella (camboim)
Myrciaria trunciflora (jaboticaba-de-cabinho)
Oenocarpus bacaba (bacaba)
Oenocarpus bataua (patauá)
Oenocarpus distichus (bacaba-de-leque)
Opuntia monacantha (urumbeba)
Opuntia paraguayensis (arumbeva)
Orbignya phalerata (babaçu)
Pachira aquatica (monguba)
Parinari obtusifolia (fruta-de-ema)
Passiflora alata (maracujá-doce)
Passiflora ambigua (maracujá-doce)
Passiflora amethystina (maracujá-de-cobra)
Passiflora caerulea (maracujá-vermelho)
Passiflora cincinnata (maracujá-mochila)
Passiflora coccinea (maracujá-poranga)
Passiflora edulis (maracujá-roxo),(maracujá-flavicarpa),(maracujá-AR1), (maracujá EC-Ram), (maracujá GA-2), (maracujá-IAC-Paulista), (maracujá Monte Alegre,IAC-273)
Passiflora eichleriana (maracujá-de-cobra)
Passiflora elegans (maracujá-de-estalo)
Passiflora foetida (maracujá-de-cheiro)
Passiflora galbana (maracujá-do-mato)
Passiflora giberti (maracujá-bravo)
Passiflora laurifolia (maracujá-peroba)
Passiflora loefgreenii (maracujá-de-alho)
Passiflora mucronata (maracujá-de-restinga)
Passiflora nitida (suspiro)
Passiflora picturata (maracujá-redondo)
Passiflora quadrangularis (maracujá-mamão)
Passiflora serrato-digitata (maracujá-pedra)
Passiflora setacea (maracujá-sururuca)
Passiflora tenuiphila (maracujá-de-cobra)
Passiflora vitifolia (maracujá-folha-de-uva)
Paulinia cupana (guaraná)
Peritassa campestris (bacupari-do-cerrado)
Physalis pubescens (camapu)
Pilosocereus arrabidae (pitaia-da-restinga)
Platonia insignis (bacuri-açu)
Plinia edulis (cambucá)
Plinia rivularis (guaburiti)
Poraqueiba sericea (umari)
Porcelia macrocarpa (banana-de-macaco)
Posoqueria latifolia (baga-de-macaco)
Pourouma cecropiifolia (mapati)
Pouteria bullata (bapeba)
Pouteria caimito (abiu-comprido), (abiu-redondo), (abiu-ticuna)
Pouteria gardneriana (aguaí-guaçu)
Pouteria gardnerii (sapotinha)
Pouteria grandiflora (bapeba-da-restinga)
Pouteria macrophylla (cutite)
Pouteria pachycalyx (bapeba)
Pouteria ramiflora (curriola)
Pouteria torta (guapeva)
Pouteria venosa (aboirana)
Pradosia brevipes (fruto-de-tatu)
Pradosia lactescens (marmixa)
Psidim guajava (goiaba-yonemura), (goiaba-amarela), (goiaba-cascuda), (goiaba-courtbel), (goiaba-h.açu), (goiaba-kumagai), (goiaba-Ogawa 2), (goiaba-paluma), (goiaba-rica), (goiaba-pedro-sato), (goiaba-supreme-red-ruby)
Psidim guajava var. minor (goiaba-miniatura)
Psidium acutangulum (araçá-pêra)
Psidium cattleianum (araçá-amarelo ou mirim), (araçá-vermelho), (araçá-Ya-ci)
Psidium cinereum (araçá-cinzento)
Psidium firmum (araçá-do-cerrado)
Psidium guineense (araçá-do-campo)
Psidium rufum (araçá-roxo)
Psidium salutare (araçá-rasteiro)
Quararibea cordata (sapota-do-solimões)
Rhamnidium elaeocarpus (saguaraji)
Rollinia emarginata (araticum-mirim)
Rollinia mucosa (biribá-comum), (biribá “Liso”), (biribá “Prolific”)
Rollinia salicifolia (cortiça-lisa)
Rollinia sericea (cortiça)
Rollinia sylvatica (cortiça)
Rubus erythrocladus (amora-verde)
Rubus rosifolius (amora-vermelha)
Rubus sellowii (amora-preto-vermelha)
Salacia elliptica (siputá)
Scheelea butyracea (jaci)
Scheelea phalerata (bacurí)
Sicana odorifera (cruá)
Sideroxylon obtusifolium (sapotiaba)
Solanum sessiliflorum (cubíu)
Spondias macrocarpa (cajá-redondo)
Spondias mombin (taperebá)
Spondias sp (umbu-cajá)
Spondias tuberosa (umbu)
Spondias venulosa (cajá-grande)
Sterculia apetala (mandovi)
Sterculia striata (chicá-do-cerrado)
Syagrus cearensis (catolé)
Syagrus coronata (licuri)
Syagrus flexuosa (acumã)
Syagrus macrocarpa (marirosa)
Syagrus oleracea (guariroba)
Syagrus romanzoffiana (jerivá)
Syagrus schyzophylla (aricuriroba)
Syagrus vagans (ariri)
Talisia esculenta (pitomba)
Theobroma bicolor (pataste)
Theobroma cacao (cacau)
Theobroma grandiflora (cupuaçu)
Theobroma speciosum (cacauí)
Theobroma subincanum (cupuí)
Tontellea micrantha (bacupari)
Vasconcella quercifolia (mamãozinho-do-mato)
Vitex cymosa (jaramantaia)
Vitex montevidensis (tarumã)
Vitex polygama (tarumã-do-cerrado)
Xymenia americana (limãozinho-da-praia)
Zizyphus joazeiro (joá)
Zizyphus mistol (mistol)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Como fazer ADUBO ORGÂNICO 100% VEGETAL

Os adubos orgânicos, em sua maioria, utilizam esterco bovino e cama de aviárioque, além de difícil obtenção e custo elevado, podem apresentar problemas de contaminação química e biológica. Mas a Embrapa Agrobiologia (Seropédica, RJ) desenvolveu uma tecnologia para produção de adubos e substratos orgânicos de origem 100% vegetal. E esta tecnologia já está ao alcance dos produtores de todas as regiões do País por meio do vídeo “Composto 100% vegetal“.
Produzido pela Embrapa Agrobiologia, UFRRJ e Pesagro-Rio, o vídeo tem duração de 15 minutos e mostra o passo a passo da tecnologia. De forma didática, são apresentadas, por exemplo, as matérias-primas que podem ser utilizadas, a proporção de materiais e a maneira ideal para montar a pilha de composto. Detalhes como a escolha do local, a formação e mistura das camadas, assim como o tempo necessário para cada etapa também são abordados.
Para o pesquisador da Embrapa Marco Antônio Leal, que desenvolveu a tecnologia e é um dos autores do roteiro, o vídeo pode auxiliar o agricultor a produzir o adubo orgânico na sua propriedade, pois além das informações necessárias sobrequantidade e proporção de materiais, as imagens facilitam o entendimento do processo. “O composto pode ser produzido tanto em grande escala como na pequena propriedade rural, já que utiliza um processo simples, que não necessita de grandes investimentos em infraestrutura”, complementa.
Segundo o pesquisador, os fertilizantes orgânicos e substratos obtidos a partir deste processo apresentam qualidade superior aos similares encontrados no mercado e podem ser utilizados também na agricultura orgânica. “Esses produtos são isentos de contaminação biológica, não utilizam adubos minerais e o seu custo pode ser muito inferior”, relata Leal.
Compostagem: matéria orgânica que se transforma em adubo natural
A compostagem é um processo natural onde os resíduos da propriedade passam por uma transformação biológica e tornam-se fertilizantes orgânicos ou húmus. Neste processo biológico há uma decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. O resultado final da compostagem é o composto orgânico, que pode ser aplicado ao solo para melhorar suas características, sem ocasionar riscos ao meio ambiente.
Os principais benefícios da compostagem são: estímulo ao desenvolvimento das raízes das plantas, que se tornam mais capazes de absorver água e nutrientes do solo; aumento da capacidade de infiltração de água, reduzindo a erosão; mantém estáveis a temperatura e os níveis de acidez do solo (pH);dificulta ou impede a germinação de sementes de plantas invasoras (daninhas); ativa a vida do solo, favorecendo a reprodução de microrganismos benéficos às culturas agrícolas.
Esta técnica pode ser utilizada não só para nutrir o solo, mas também como forma de reciclar o lixo orgânico – esterco do gado, palhas, galhos, folhas de árvores e etc.
A compostagem envolve transformações extremamente complexas de natureza bioquímica, promovidas por milhões de microrganismos do solo que têm na matéria orgânica in natura sua fonte de energia, nutrientes minerais e carbono. A Embrapa Agrobiologia vem estudando maneiras de tornar a compostagem ainda mais eficiente. Para isto, é necessário satisfazer certos requerimentos relacionados aos fatores que influenciam a atividade microbiana do solo, como temperatura, umidade, aeração, pH, tipo de compostos orgânicos existentes e concentração e tipos de nutrientes disponíveis. Esses fatores ocorrem simultaneamente, e a eficiência da compostagem baseia-se na interdependência e inter-relacionamento dos mesmos.
Fonte: Embrapa

recriarcomvoce.com.br

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

EDUCAÇÃO AMBIENTAL PODE VIRAR DISCIPLINA OBRIGATÓRIA NAS ESCOLAS

Matemática, português, geografia e... educação ambiental! Em breve o assunto pode virar disciplina obrigatória nas escolas do Brasil. Saiba mais!


Atualmente, o assunto passa longe de ser bem abordado nas salas de aula do país. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o único compromisso das escolas é tratar o tema, ocasionalmente, dentro das disciplinas obrigatórias. 

“Tratar a educação ambiental como tema transversal, como é hoje, inviabiliza uma prática contínua, permanente e com conteúdo próprio. Assuntos como reciclagem, sustentabilidade, medidas de reúso de água e ecologia devem ser tratados com a devida importância”, disse o senador Cássio Cunha Lima à Agência Senado

O projeto de Lei  aguarda votação na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e, se aprovado, vai ser submetido à avaliação da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, para só depois ir a plenário (e, posteriormente, passar por sanção presidencial). Ou seja, a medida ainda tem um longo caminho a percorrer até virar Lei.